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Como especificar aquecedores de água?

Nos períodos de temperatura mais amena, ter à disposição torneiras e chuveiros com água quente proporciona conforto na realização das tarefas cotidianas. Para oferecer essa comodidade, o mercado disponibiliza sistemas de aquecimento que partem de matrizes energéticas que vão da solar ao gás, passando pela elétrica. Há uma solução ideal para cada caso, daí a importância de conhecer todas as variáveis.

Atualmente, o sistema solar é considerado o mais econômico se comparado com os demais. Isso porque o custo de implantação pode ser classificado como baixo se relacionado com seu desempenho, ou seja, o investimento se paga ao longo do tempo por meio da economia no consumo de energia. Também tem a vantagem de ser sustentável, afinal, é abastecido por fonte completamente renovável e limpa.

Outro modelo de aquecedor é o elétrico, categoria que pode ser dividida em dois grupos: os acumuladores — que mantêm um volume quente já armazenado para atender às demandas de uso — e os chuveiros elétricos — também denominados aquecedores de passagem individual.

Apesar de seu custo acessível e facilidade na instalação, a solução consome muita eletricidade e pede que o empreendimento conte com boa infraestrutura elétrica em função da potência instalada.

Por fim, há a opção dos aquecedores a gás, que podem ser do tipo central individual ou coletivo. É característica desse sistema a tipologia de passagem — em que é acionado apenas no instante de consumo —, ou então, de acumulação. Existem sistemas alimentados com gás natural (GN) ou gás liquefeito de petróleo (GLP), popularmente conhecidos como gás de rua e gás de botijão, respectivamente.

Além de possuir certificação do Inmetro, os aquecedores comercializados no mercado devem atender a uma série de normas técnicas. Entre os documentos estão a ABNT NBR 8130 — Aquecedor de água a gás tipo instantâneo — Requisitos e métodos de ensaio; a ABNT NBR 12483 — Chuveiros elétricos — Requisitos gerais; a ABNT NBR 10542:2015 — Aquecedores de água a gás tipo acumulação — Ensaios; e a ABNT NBR 15747 — Sistemas solares térmicos e seus componentes — Coletores solares.

Além das normas dos aparelhos, há as de instalação, com destaque para a ABNT NBR 5626 — Instalação predial de água fria; a ABNT NBR 15569 — Sistema de aquecimento solar de água em circuito direto — Projeto e instalação; a ABNT NBR 7198 — Projeto e execução de instalações prediais de água quente; e a ABNT NBR 5410 — Instalações elétricas de baixa tensão. A ABNT NBR 5626, ABNT NBR 15569 e ABNT NBR 7198 estão atualmente em processo de revisão na ABNT.

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Qual a importância de realizar perícias em estruturas metálicas?

As grandes construções legalmente edificadas possuem alvarás da prefeitura, Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), book da obra – fornecido pelos construtores –, e laudos técnicos.

Na conclusão da obra, os engenheiros também emitem um documento que estipula a vida útil, ou seja, é estimado o tempo que a estrutura deve se manter estável, em segurança e em plena capacidade para cumprir com a sua finalidade. Essa projeção da vida útil conta com perícia regular, a fim de identificar e corrigir inconformidades desenvolvidas no decorrer do tempo.

As técnicas de perícia aplicadas nas estruturas prediais revelam as patologias que afetam a construção. Essas irregularidades são classificadas de acordo com o risco que oferecem – parcial ou integral – e inseridas nas categorias estrutural ou funcional.

A perícia realizada nas estruturas metálicas sofre com a parcialidade dos profissionais que fazem a inspeção e dos que analisam o material coletado. Para uniformizar e encontrar a melhor maneira de resolver as inconformidades, os engenheiros parametrizam as patologias de acordo com um método de tomada de decisão. Um dos mais utilizados é a matriz GUT.

Segundo a norma de inspeção predial do Ibape/SP (2011), o método de tomada de decisão válido é a matriz GUT. Esse sistema prioriza os problemas com base nos fatores de Gravidade, Urgência e Tendência. A gravidade associa o impacto do problema e os efeitos a longo prazo, caso não seja solucionado. A urgência analisa o tempo necessário para a solução. E, por fim, a tendência calcula até onde a patologia pode se estender.

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Dicas para reformar conforme a NBR 16280

A norma das reformas, ou NBR 16280 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), vigora desde abril de 2014. Com ela, o proprietário deve providenciar um Plano ou Programa de Reforma assinado por um responsável técnico com recolhimento de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) ou RRT (Registro de Responsabilidade Técnica).

Esse laudo técnico deve ser encaminhado para análise da construtora ou incorporadora (caso ainda esteja na garantia) ou ao responsável técnico indicado pelo síndico. Dessa forma, as reformas só podem começar após a aprovação do condomínio ou do órgão competente envolvido.

Trabalhos de manutenção regular não devem ser confundidos com os de reforma, sendo inclusos, nesse caso, no Programa de Manutenção.

O que deve constar no Programa de Reforma

Planejamento, projetos e análises técnicas de implicações da reforma na edificação

Descrição das características da execução das obras de reforma

Descrição dos processos da obra que deverão seguir as exigências legais perante a municipalidade (código de obras) e perante o condomínio (convenção de condomínio)

Prevenções de perda de desempenho e da segurança da edificação, do entorno e de seus usuários

Registro documental da situação da edificação, antes da reforma, dos procedimentos utilizados e do pós-obra de reforma

Indicação da supervisão técnica dos processos e das obras

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Laudo de Vistoria de Vizinhança: conheça os direitos e deveres diante de eventuais danos causados pela obra

O Laudo de Vistoria de Vizinhança tem por objetivo evitar que imóveis residenciais ou comerciais sofram danos provocados por obras executadas no seu entorno. Ele é produzido antes mesmo das etapas de movimentação de terra e de fundações, precedido por uma inspeção que pode ser feita por engenheiros, arquitetos ou técnicos em edificações.

O laudo decorre de vistoria prévia nos imóveis do entorno da obra. São verificadas as condições de conservação de todos os ambientes, por meio de registro fotográfico e por escrito. O documento é posteriormente registrado em cartório, e uma cópia é entregue para cada proprietário.

O assunto é abordado pela ABNT na NBR 13752 – Norma Brasileira para Perícias de Engenharia na Construção Civil – e na NBR12722 – Discriminação de serviços técnicos de engenharia. Esta última torna obrigatória a realização de vistoria preliminar dos imóveis lindeiros à obra.

O Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia (IBAP), por sua vez, estabelece normas para consolidar e uniformizar a atuação dos peritos na Norma de Vistoria de Vizinhança – Procedimentos básicos executivos.

O Laudo de Inspeção Predial é feito quando o edifício está fora da garantia da construtora, por solicitação do condomínio, identificando quais são as áreas mais críticas do imóvel. A vistoria vai desde a caixa d’água até o subsolo, passando por todas as áreas comuns, inclusive a fachada.

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Conheça as normas de prevenção de incêndios em estruturas de concreto pré-fabricado

Todo material estrutural, independentemente de sua natureza, perde resistência e módulo de elasticidade quando submetido a temperaturas elevadas. Em caso de incêndio, o risco de colapso parcial ou total existe, demandando, dos projetistas, soluções de dimensionamento capazes de elevar o nível de segurança dessas estruturas.

O concreto endurecido é um material incombustível e de baixa condutividade térmica. No entanto, quando exposto ao fogo por um determinado período de tempo, pode fissurar e lascar (spalling), aumentando a suscetibilidade de exposição da armadura ao calor.

No caso das estruturas de concreto pré-fabricado, o tema é contemplado nas normas ABNT NBR 9062:2017 – Projeto e execução de estruturas de concreto pré-moldado e ABNT NBR 16.475:2017 – Painéis de parede de concreto pré-moldado – Requisitos e procedimentos. Essas normas estabelecem critérios e parâmetros de dimensionamento, inclusive para elementos como lajes alveolares e painéis maciços de concreto.

Para o dimensionamento dos pilares e vigas em concreto pré-moldado, a estrutura como um todo deve ser projetada atendendo aos requisitos das seguintes normas:

  • ABNT NBR 14.432:2001 – Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – Procedimento
  • ABNT NBR 15.200:2012 – Projeto de estruturas de concreto em situação de incêndio
  • ABNT NBR 8681:2003 – Ações e segurança nas estruturas – Procedimento
  • ABNT NBR 6118:2014 – Projeto de estruturas de concreto – Procedimento

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Trinca ou fissura? Saiba quais são as técnicas de recuperação

As fissuras são um tipo comum de patologia nas edificações e podem interferir na estética, na durabilidade e nas características estruturais da obra. Tanto em alvenarias quanto nas estruturas de concreto, a fissura é originada por conta da atuação de tensões nos materiais.

Quando a solicitação é maior do que a capacidade de resistência do material, a fissura tem a tendência de aliviar suas tensões. Quanto maior for a restrição imposta ao movimento dos materiais, e quanto mais frágil ele for, maiores serão a magnitude e a intensidade da fissuração.

Tecnicamente, e de forma geral, o termo fissura é preferível ao termo trinca. Algumas normas e alguns peritos podem classificar as fissuras com diferentes nomes, conforme a sua espessura. Segundo a norma de impermeabilização (NBR 9575:2003), as microfissuras têm abertura inferior a 0,05 mm. As aberturas com até 0,5 mm são chamadas de fissuras e, por fim, as maiores de 0,5 mm e menores de 1,0 mm são chamadas de trincas.

Em uma edificação existem as fissuras admissíveis, que são aceitas ou previstas no projeto. O projeto estrutural precisa ser elaborado conforme a respectiva classe de agressividade ambiental – segundo a norma de Projetos de Estruturas de Concreto (NBR 6118:2003), pois o mesmo projeto não pode ser executado na zona urbana da cidade de São Paulo e na orla marítima de Santos, por exemplo. A desobediência a essas disposições estruturais pode implicar o surgimento de fissuras.

Independente do sistema utilizado, a solução deve ser compatível com a construção, para alterar o mínimo possível as suas características. Também deve ter durabilidade e, ainda, ser passível de remoção sem que danifique os materiais originais da edificação.

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Obras no condomínio: o que você precisa saber sobre a NBR 16280

Vivemos em uma época onde o número de condomínios apenas cresce. Sendo assim, se torna ainda mais necessário que existam regras para garantir a segurança de reformas realizadas dentro dos condomínios. E esse é o papel da NBR 16.280, estipulada pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

Em síntese, essa norma determina que todas as obras realizadas dentro do condomínio passem pelo aval do síndico e, em alguns casos, de um engenheiro ou arquiteto. Para isso, os condôminos devem entregar ao síndico uma série de documentos antes de iniciar uma reforma em sua unidade.

A intenção da medida é garantir a segurança da obra, visto que alterações na estrutura podem causar danos graves à edificação. Logo, qualquer problema estrutural pode vir a comprometer a segurança e a integridade de todos os moradores do condomínio.

Quais obras precisam de ART/RRT?

Obras que necessitam ART/RRT:

  • Instalação de ar-condicionado;
  • Mudança de lugar de torneiras, chuveiro ou tomadas;
  • Abertura de porta ou cozinha americana;
  • Fechamento ou envidraçamento de sacadas;
  • Buracos ou perfurações de lajes;
  • Instalação de banheira;
  • Reformas onde há necessidade de engenheiro eletricista;
  • Reparo ou alteração nas instalações de gás;
  • Troca de revestimentos com uso de ferramentas de alto impacto, como marretas ou marteletes, para retirada do revestimento prévio;
  • Alterações estruturais o apartamento.

Obras que não necessitam de ART/RRT:

  • Pintura;
  • Pequenos reparos elétricos ou hidráulicos que não utilizem ferramentas de alto impacto e não façam alterações da estrutura do condomínio;
  • Colocação de redes de proteção;
  • Substituição do forro de gesso, desde que o novo tenha características semelhantes ao original.

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Renovação de responsabilidade técnica de sistema de hidrantes

Um laudo técnico para sistema de prevenção e combate a incêndio é o documento emitido por um perito onde deverão constar as considerações técnicas sobre a segurança de uma edificação. Este laudo deve ter um parecer positivo, o que garante que a obra está em conformidade com as normas vigentes de prevenção e combate ao incêndio, inclusive para a emissão do AVCB – Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros.

Quaisquer tipos de obras de uso coletivo, tais como shoppings, universidades, galpões industriais e mesmo áreas residenciais multifamiliares, como condomínios, necessitam do laudo técnico para sistema de prevenção e combate a incêndio. Ele deve ser apresentado para a obtenção do AVCB, documento que atesta que a edificação atende as exigências de segurança contra incêndio. O AVCB tem prazo de validade e os responsáveis pela administração predial devem solicitar a renovação sempre que necessário.

O desenvolvimento do projeto contra incêndio deve ser elaborado por uma empresa especialista, que tenha experiência e domínio técnico do tema. Com especialização em projetos de proteção de patrimônio, a EngeFácil oferece soluções para prevenção e combate a incêndio, projetos hidráulicos e elétricos.

Se você precisa de ajuda para renovar a responsabilidade técnica de sistema de hidrantes da sua obra, entre em contato com a EngeFácil e peça um orçamento grátis. Ligue (41) 3109-7676 ou (41) 99286-4433.

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Laudo CMAR: compreenda o comportamento dos materiais de revestimento em contato com o fogo

O laudo de CMAR (Controle de Materiais de Acabamento e de Revestimento) é uma das exigências do Corpo de Bombeiros para obtenção ou renovação do AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) e está relacionado ao tipo de acabamento e/ou revestimento que foi utilizado nas edificações, constatando assim, se esses materiais são ou não combustíveis.

Baseando-se nessas informações, deve-se constatar quanto tempo o material de acabamento e/ou revestimento suportará altas temperaturas, tendo assim, maior chance na redução da propagação do incêndio e auxiliando as operações de combate e salvamento, além de proteger a vida dos ocupantes da edificação e o próprio patrimônio. A NPT 010 do Corpo de Bombeiros do Paraná estabelece as condições a serem atendidas pelos materiais.

A norma entende como revestimento todo material ou conjunto de materiais empregados nas superfícies dos elementos construtivos das edificações, tanto nos ambientes internos como nos externos, com finalidades de atribuir características estéticas, de conforto, de durabilidade etc. Incluem-se como material de revestimento, os pisos, forros e as proteções térmicas dos elementos estruturais.

Já os materiais de acabamento são aqueles utilizados como arremates entre elementos construtivos (rodapés, mata-juntas, golas etc.).

Se você precisa de ajuda para regularizar a sua obra e deixá-la em conformidade com a NPT 010, entre em contato com a EngeFácil e peça um orçamento grátis. Ligue (41) 3109-7676 ou (41) 99286-4433.

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Como prevenir a aparição de mofo e bolor

É comum vermos manchas acinzentadas e escuras em paredes de ambientes fechados com pouca ventilação e baixa iluminação natural. Isso ocorre graças à presença de fungos, que se proliferam com enorme facilidade sob essas condições e causam dois problemas bastante comuns em quartos: mofo e bolor.

Apesar de apresentarem características semelhantes, eles podem ser classificados como estágios diferentes. O bolor é o estágio inicial da ação dos fungos. É facilmente identificado por apresentar uma textura em alto relevo na cor cinza e sua remoção é simples e fácil. Já o mofo é um estágio mais avançado, no qual apresenta uma coloração mais escura, maior dificuldade para ser removido e chances de maiores danos à estrutura.

A presença de umidade no ambiente também facilita o surgimento dos fungos. Assim, uma das principais ações para prevenir o aparecimento de mofo e bolor é a impermeabilização da estrutura. Outro ponto a ser considerado é a ventilação do local.

É essencial garantir a remoção de mofo ou bolor antes de realizar qualquer pintura em uma área contaminada. O rolo de pintura pode espalhar os fungos por toda a superfície da parede ou teto. Existem tintas antimofo que poderão ser utilizadas em superfícies com pequenos focos de mofo. Nos casos em que a superfície está corroída, é preciso remover a tinta e a argamassa com uma espátula e realizar novamente todo o acabamento, além da aplicação de um impermeabilizante.